segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Porque colocamos um tobogã no trabalho???




                                             






















Inspirando pessoas

Porque colocamos um tobogã no trabalho? Mais do que uma forma rápida de descer de um andar para o outro, o tobogã é um símbolo de que podemos nos divertir no trabalho... de que queremos que as pessoas tenham um ambiente feliz onde passam a maior parte do dia!!! Mas se você é muito capitalista e quer dinheiro acima de tudo, saiba que pessoas felizes são 31% mais produtivas, 37% melhores em vendas e 3 x mais criativas (fonte HBR)!!!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Ouça sua Rádio onde quiser


Uma boa opção para ouvir a sua rádio onde quiser, procure no seu Play Store o aplicativo"radiosnet".
Uma forma interativa de participar mais ativamente com sua Rádio preferida.



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Quem foi Hebert Richers?














Herbert Richers (Araraquara, São Paulo, 11 de março de 1923 — Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2009) foi um produtor de cinema das antigas produções da Atlantida, por volta da década de 1950. No início desta época, ele fundou a empresa Herbert Richers, no bairro da Usina, zona Norte do Rio de Janeiro, onde passou, além de produzir, fazer distribuições de filmes para serem exibidos nos cinemas.

Conhecedor dos estúdios de Hollywood, ele transitava nos estúdios Walt Disney, de quem era amigo, e sua amizade com ele o levou a conhecer o sistema de dublagens, já muito difundida em Hollywood. Trazendo de lá o conhecimento adquirido da dublagem como hoje se conhece, que passou a ser aplicado nos filmes exibidos na TV, resolvendo o grande problema das legendas, quase ilegíveis para a tecnologia da época.

A empresa Herbert Richers foi uma das pioneiras da dublagem no Brasil. Possuía os maiores estúdios de dublagem da América Latina.

Herbert Richers morreu no Rio de Janeiro, na Clínica São Vicente, na Gávea, em 20 de novembro de 2009, em consequência de um problema renal. Fonte: Página Facebook: https://www.facebook.com/Herbert-Richers-313843148658464/home

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A cada manhã...














  1. Cada manhã... a vida começa... inicia o movimento... contínuo...de nascer, crescer,
  2.  transformar-se, e multiplicar-se.
  3. A vida floresce... em cada manhã...
  4.  e estende seus braços... até o céu...
  5.  e se reproduz... em cada manhã...
  6.  a vida se expressa... busca seus pares...
  7.  se encontra... se entrega...
  8.  e se manifesta ... de mil formas...
  9.  diferentes... de mil maneiras...
  10.  é maravilhosa de ser, e reinventa...
  11.  seu milagre infinito... de recomeçar...
  12. uma nova manhã... Fonte: Ilustração Slide share 

RÁDIO COMUNITÁRIA - SAIBA MAIS




O que é uma rádio comunitária?

O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localidada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida.

Como se habilitar para a prestação do Serviço de Radiodifusão Comunitária?

Para o primeiro passo necessário à habilitação de emissoras de radiodifusão comunitária, as entidades competentes para pleitear tal Serviço, associações comunitárias e fundações também com essa finalidade, ambas sem fins lucrativos, deverão fazer constar em seus respectivos estatutos o objetivo "executar o Serviço de Radiodifusão Comunitária". Depois dessa providência, deverão as interessadas retirar da página na Internet do Ministério das Comunicações o "formulário de demonstração de interessa em instalar rádio comunitária" no seguinte endereço: 

Formulário A-1 (pdf - 5,9KB) : esse formulário deve ser preenchido e enviado para o seguinte endereço, por via postal, em carta registrada:

Ministério das Comunicações
Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica
Departamento de Outorga de Serviços
Esplanada dos Ministérios, Bloco R, Anexo, Sala 300 - Ala Oeste
CEP: 70044-900
Brasília - DF

Após a efetivação do cadastro da interessada junto ao Ministério das Comunicações, a partir do recebimento do "formulário de demonstração de interesse em instalar rádio comunitária", será enviado um comunicado à requerente, com o intuito de informá-la acerca do número do seu respectivo processo. A partir daí, a interessada deverá aguardar a publicação no Diário Oficial da União dos "Avisos de Habilitação", nos quais haverá uma lista de municípios habilitados à prestação do Serviço de Radiodifusão Comunitária. Caso o Município da interessada esteja na lista, ela deverá apresentar ao seu processo os seguintes documentos, dentro do prazo estabelecido:

- estatuto da entidade, devidamente registrado;
- ata da constituição da entidade e eleição dos dirigentes, devidamente registrada;
- prova de que seus diretores são brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos;
- comprovação da maioridade dos diretores;
- declaração assinada de cada diretor, comprometendo-se ao fiel cumprimento das normas estabelecidas para o Serviço;
- manifestação em apoio à iniciativa, formulada por entidades associativas e comunitárias, legalmente constituídas e sediadas na área pretendida para a prestação do Serviço, e firmada por pessoas naturais ou jurídicas que tenham residência, domicílio ou sede nessa área.

Após recebidos os documentos de todas as entidades candidatas a prestarem o Serviço de Radiodifusão Comunitária na localidade, o Ministério das Comunicações irá iniciar a análise dos processos.

Como são escolhidas as entidades vencedoras?

Os profissionais da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica (SSCE) conferem se houve o cumprimento das exigências legais por parte das entidades interessadas em prestar o Serviço de Radiodifusão Comunitária. Caso exista apenas uma entidade com processo regular, o Ministério comunica ao requerente para que este encaminhe o projeto técnico da estação. Já para as localidades com mais de uma interessada em situação regular, caso não exista a possibilidade técnica de coexistência dessas emissoras, a SSCE propõe a associação entre as interessadas. Se não houver acordo, utiliza-se o critério da representatividade, que consiste na escolha da requerente que tiver mais manifestações de apoio da comunidade. Caso haja empate no caso da utilização desse último critério, o Ministério realizará um sorteio para escolher a entidade vencedora.

Minha rádio foi autorizada pelo Ministério das Comunicações a funcionar. Já posso colocá-la no ar? Ainda não. Somente após a análise do Congresso Nacional e a publicação de um Decreto Legislativo, as rádios comunitárias recebem uma licença definitiva de funcionamento. Contudo, desde a publicação da Medida Provisória 2.143, o Ministério das Comunicações pode emitir uma licença provisória para funcionamento das rádios comunitárias se o Congresso não avaliar o respectivo processo dentro do prazo de 90 dias contado a partir da data do recebimento dos autos. Transcorrido esse prazo, a entidade deverá requerer ao MC a emissão da licença provisória.

Como deve ser a programação de uma rádio comunitária?


A programação diária de uma rádio comunitária deve conter informação, lazer, manifestações culturais, artísticas, folclóricas e tudo aquilo que possa contribuir para o desenvolvimento da comunidade, sem discriminação de raça, religião, sexo, convicções político-partidárias e condições sociais. A programação deve respeitar sempre os valores éticos e sociais da pessoa e da família, prestar serviços de utilidade pública e contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas. Além disso, qualquer cidadão da comunidade beneficiada terá o direito de emitir opiniões sobre quaisquer assuntos abordados na programação da emissora, bem como manifestar idéias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações.

Como deve ser a publicidade nas rádios comunitárias?

As prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária podem transmitir patrocínio sob a forma de apoio cultural, desde que restritos aos estabelecimentos situados na área da comunidade atendida. Entende-se por apoio cultural o pagamento dos custos relativos à transmissão da programação ou de um programa específico, sendo permitida, por parte da emissora que recebe o apoio, apenas veicular mensagens institucionais da entidade apoiadora, sem qualquer menção aos seus produtos ou serviços.

O que não pode ser transmitido por uma rádio comunitária?

É proibido a uma rádio comunitária utilizar a programação de qualquer outra emissora simultaneamente, a não ser quando houver expressa determinação do Governo Federal. Não poderá ela, também, em hipótese alguma: veicular qualquer tipo de defesa de doutrinas, idéias ou sistemas sectários; e inserir propaganda comercial, a não ser sob a forma de apoio cultural, de estabelecimentos localizados na sua área de cobertura.

Em que freqüência funcionam as rádios comunitárias?

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definirá uma freqüência para ser utilizada pelas emissoras prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária em todo o País. Em caso de impossibilidade técnica quanto ao uso desse canal em determinada região, a Anatel designará um canal alternativo, que pode variar de 88 a 108 Mhz, em FM. Antes de adquirir os equipamentos para as suas respectivas rádios comunitárias, as interessadas deverão observar antes, no Plano Básico de Distribuição de Canais, qual a freqüência indicada para os seus Municípios.

Por quanto tempo vale a autorização para a exploração de rádios comunitárias?

A Lei 9.612 previa que a cada autorização para a execução do Serviço de Radiodifusão Comunitária teria validade de 3 anos. Contudo, a Lei 10.597, de 2002, ampliou esse prazo de 3 para 10 anos, renováveis por iguais períodos, se cumpridas as exigências legais vigentes.

Qualquer um pode prestar o Serviços de Radiodifusão Comunitária?

Não, apenas associações e fundações comunitárias que tenham esse objetivo em seus respectivos estatutos. A cada entidade será outorgada apenas uma autorização para a execução do Serviço de Radiodifusão Comunitária. Não podem obter essa outorga entidade prestadora de qualquer outra modalidade de serviço de radiodifusão ou entidade que tenha como integrantes de seus quadros de sócios e administradores pessoas que, nestas condições, participem de outra entidade detentora de outorga para a exploração de qualquer dos serviços mencionados.

Fonte : Ministério das Comunicações

terça-feira, 26 de julho de 2016

FELIZ DIA DOS AVÓS


Certamente você já ouviu falar do conceito de “alma velha”. Ele se refere a todas aquelas pessoas que se diferenciam e se destacam dos demais. Podem ter um talento especial para a música, matemática, certas sensibilidades…

Características de uma alma velha

1- Alto nível de maturidade
Se desde muito jovem você se sente mais velho do que a idade que realmente tem, talvez você seja uma “alma velha”. A maturidade elevada se caracteriza por se sentir mais confortável com pessoas mais velhas, seus pensamentos e questionamentos não são comuns em pessoas da sua idade, e você acredita que não se encaixa no seu grupo de amigos.

2- Pensa demais
Você aproveita qualquer momento para pensar e refletir e analisa profundamente tudo o que acontece na sua vida, tudo o que diz e o que faz. Reflete sobre os prós e os contras das suas ações, tentando entender tudo e encontrar um sentido, sempre baseado na coerência e reflexão.

3- Empatia
Compreende de forma especial o que acontece com os outros. É capaz de se colocar no lugar do outro e entender o que está acontecendo, enquanto os outros não conseguem. Por isso as pessoas confiam em você para contar os seus problemas; sabem que vai escutá-las sem julgamentos.

4- Instinto
Esta característica possui dois aspectos. O primeiro se refere a um certo sentimento que você tem sobre as coisas e que o ajuda a tomar decisões. Ou seja, você percebe quando uma pessoa é confiável ou não, sabe escolher isto e não aquilo… O seu instinto raramente falha.
O outro aspecto do instinto são as habilidades, como por exemplo um instinto desenvolvido naturalmente para a música ou qualquer outra área.

5- Não valorizam a parte material
Elas não rejeitam o material, mas é algo ao qual não dão muita atenção. Preferem desfrutar dos relacionamentos pessoais e das experiências do que comprar ou viver rodeado por coisas de valor. O dinheiro é necessário, mas não é um dos objetivos da sua vida. Elas se contentam com o que têm e sabem poupar.

Por: Raquel Etérea

Equilíbrio - Eis a fonte da sabedoria


Fazendo uma simulação de todos os efeitos desequilibradores que causei e que causarei na minha vida… a imagem que surge diante da minha mente é a de um equilibrista sobre uma corda bamba.
Quando a corda pende demais para um lado, o equilibrista deve recuperar a posição neutra, ou, ao menos, contrabalancear na direção oposta, para que não caia.
Talvez na vida se deva fazer algo semelhante. Equilibrando-se sobre a corda, para poder ter a melhor experiência de vida possível.
Não balançar na corda é extremamente difícil. O mais provável é que você e eu iremos balançar; é inevitável.
E ficar parado não é uma opção, pois ficar parado é ainda pior para se manter o equilíbrio.
Aumenta-se as chances de cair. Ou seja, para se ter segurança, deve-se continuar se movendo.
Outro fato é que nenhum equilibrista nasce sabendo a arte do equilíbrio. O artista só cresce em alguma arte se praticá-la. Para isso, deve tentar. Ao tentar, irá errar. Irá cair.
Mas ao cair, o artista estará realizando sua obra: que é praticar. O erro faz parte do caminho.
Interessante como costumo pensar que errar é ruim, é errado. Ao meu redor, também vejo pessoas pensando o mesmo. Mas errar é essencial ao caminho. Errar é a melhor experiência de aprendizado que se pode ter, se você souber usá-la. Ao errar, deve-se ao mesmo tempo perdoar-se pelo erro e aprender a lição que aquele erro está ensinando.
O erro é o ajuste que deve ser feito. Ao mesmo tempo que devo fazer o melhor que posso para não errar, não devo me crucificar nem me martirizar por ter errado. Afinal de contas, eu não sou perfeito. Eu não sei tudo. Nem mesmo os mestres sabem tudo, embora eles não gostem de admitir. Na verdade, o verdadeiro mestre somente é mestre porque aprendeu o máximo que pôde com os erros, foi humilde o suficiente para reconhece-los e saber seu próprio nível na arte, e foi galgando degrau por degrau. O verdadeiro mestre continua aprendendo, pois sempre há algo para aprender, não importa quão alto se suba na graduação de alguma arte.
Então, o perdão é essencial. A humildade também. Ambos estão ligados. Só se perdoa quando se é humilde, consigo mesmo e com outras pessoas. Quando se é tolerante, também. Humildade e tolerância são valores meio que mesclados… onde termina um começa o outro e vice-versa. E só se perdoa quando se reconhece quem se realmente é. Isso tudo, mais a perseverança; a vontade que se mantém, o fogo que arde no peito e te leva aonde você precisa ir.
Fonte: Labirintos da mente